Topo da página

Pesquisa

Conteúdo do site

Coluna do centro

Degradação Ambiental

Degradação Ambiental

 

Através de zoneamento geoambiental é possível delimitar e monitorar espaços degradados, a fim de subsidiar programas permanentes de monitoramento ambiental, visando um acompanhamento sistemático dos resultados da política florestal, da conservação do solo e controle da degradação/desertificação.

 

A identificação das alterações gradativas das condições ambientais, notadamente em relação a solos e vegetação, é realizada. Além de imagens aéreas e orbitais, o produto é apoiado nos trabalhos de campo para reconhecimento da verdade terrestre, em material geocartográfico e bibliográfico existente, bem como em levantamento e análise dos parâmetros hidroclimáticos.

 

Neste tema, trabalhos desenvolvidos pela Funceme (ex. antropismo e desertificação/degradação) ilustram esta abordagem.

 

Solos

Classificações Técnicas

Classificação técnica ou interpretativa consiste da previsão do comportamento dos solos sob manejos específicos e sob certas condições ambientais (STEELE, 1967 apud PRADO, 1996). É, normalmente, baseada em interpretação de estudos básicos (levantamentos taxonômicos) de solos (BRASIL,1973; CAMARGO et al., 1987; EMBRAPA, 1999). Trabalhos executados pela Funceme cobriram as três principais classificações interpretativas, que são: capacidade de uso do solo, aptidão agrícola das terras e classificação das terras para fins de irrigação.

• Capacidade de Uso do Solo
• Aptidão Agrícola das Terras
• Classificação de Terras para Irrigação
• Bibliografia Recomendada

 

Capacidade de Uso do Solo

Este sistema foi desenvolvido, originalmente, pelo Serviço Nacional de Conservação do Solo dos Estados Unidos. Relaciona-se, estreitamente, com aspectos de conservação de solos, onde as potencialidades, destes, são analisadas, com maior ênfase, em suas limitações. Considera que o nível de manejo deve ser médio ou alto e é recomendado para locais que possuem levantamento pedológico detalhado ou semi-detalhado (PRADO, 1996).

 

Aptidão Agrícola das Terras

Este sistema, desenvolvido por RAMALHO FILHO et al. (1978), tem a finalidade de fornecer a aptidão agrícola das terras, fundamentada no seu melhor uso. São considerados três níveis de manejo e quatro classes de aptidão. É recomendado para locais onde se necessita de um planejamento agrícola regional e trabalhos de zoneamento agrícola. É indicado para locais que possuam estudos de solos em níveis generalizados, de reconhecimento ou exploratório (PRADO, 1996).

 

Classificação de Terras para Irrigação

Esta classificação técnica é feita, primordialmente, para a obtenção de informações necessárias à delimitação de terras em áreas de classes aptas para a irrigação, eliminando as áreas inaptas, nas condições econômicas prevalentes. Necessita da análise e avaliação de suas características físicas e químicas, incluindo as características do solo e os aspectos topográficos e de drenagem, além de um grande volume de dados adicionais relativos à agronomia, economia e engenharia (CARTER,1998), exigindo-se, para o seu uso, levantamentos pedológicos semi-detalhados ou, preferencialmente, detalhados, principalmente se for área de várzea (PRADO, 1996).

 

Caracterização de classes e representação cartográfica, por unidades "dominantes" e "participativas".

 

 

 

Parte dos problemas no entendimento das questões relativas a solos, de interesse agrícola, associa-se a dificuldade na identificação destes, o que repercute, diretamente, na definição de sua vocação, manejo e orientação à conservação / preservação ambiental. Em nossa região, a complexidade geológica com predomínio de embasamento cristalino - a significativa variação no "modelado" do terreno, associados a um ambiente, tipicamente, semi-árido, resultaram em grande heterogeneidade, complexidade no arranjamento e variação dos solos. Neste cenário, à falta de informações mais detalhadas e buscando-se facilitar a compreensão do tema e, desse modo, auxiliar o planejamento e tomada de decisões ao uso agrícola, é apresentada a caracterização dos solos do Estado do Ceará, com representação cartográfica "desagregada", resultando em maior visibilidade e compreensão.

 

Nos cartogramas, cada classe de solo foi ilustrada em dois grupos: unidades dominantes e unidades participativas. O primeiro grupo corresponde às unidades de mapeamento em que o solo em representação figura em primeiro lugar na associação, significando ter mais importância sob o ponto de vista de extensão. Nas unidades participativas, o solo em descrição é contribuinte, predominantemente, secundário, terciário e/ou de quarta ordem, em outras unidades de mapeamento, figurando como segundo e/ou terceiro e/ou quarto componente das associações.

 

 

 

 

 

Explicação da Legenda:


a. Os símbolos (siglas) relativos às unidades de mapeamento de solos deverão ser impressos na cor preta, excetuando-se o estabelecido nos itens b e c, abaixo relacionados;
b. Símbolo em vermelho indica que a classe de solo representada em primeiro lugar na associação, também constitui 2º e/ou 3º e/ou 4º componente, na unidade de mapeamento de solo;
c. Símbolo em azul indica que uma mesma classe de solo constitui 2º e/ou 3º e/ou 4º componente na associação, sendo diferente da classe representada em primeiro lugar, na unidade de mapeamento de solo;
d. Símbolo em mostarda (específica para os Solonchak-Solonetzico / Solos Indiscriminados de Mangues) indica que o segundo componente da associação constitui, na representação, o primeiro componente em unidade de mapeamento diferente.

 

Representação Cartográfica por Classe de Solos

• Latossolos

• Podzólicos Vermelho-Amarelo

• Podzólicos Vermelho-Amarelo Eutrófico

• Bruno Não Cálcico

• Planossolos

• Litólicos

 

Zoneamento Geoambiental

 

O Zoneamento Geoambiental é um instrumento técnico voltado para o planejamento ambiental, proporcionando parâmetros e referências para uma reavaliação permanente do processo de planejamento, principalmente dos setores agrícola, mineral, dentre outros. Com base em estudos realizados através de levantamentos setoriais e/ou integrado dos recursos naturais e do meio ambiente, utilizando técnicas de sensoriamento remoto aéreo e orbital e geoprocessamento, adotam-se procedimentos metodológicos capazes de conduzir à delimitação de unidades geoambientais, em consonância com proposições geossistêmicas. Além de serem dimensionadas as unidades geo-ambientais, incluem-se os municípios que nelas se enquadram, discriminando seu potencial e limitações de uso dos recursos naturais; as condições ecodinâmicas e a vulnerabilidade, como também o uso compatível visando sua sustentabilidade. Nesse contexto, a Funceme desenvolveu trabalhos em escalas regional, estadual e municipal.

 

Zoneamento Regional

Redimensionamento da Região Semi-Árida do Nordeste do Brasil - Resumo - Os objetivos fundamentais do presente trabalho, são: (1) Apresentar critérios para a definição da semi-aridez regional e (2) com base nos critérios estabelecidos, indicar e delimitar o espaço do semi-árido brasileiro e os municípios nele incluídos. Visa-se, essencialmente, apresentar um redimen-sionamento da região semi-árida do nordeste brasileiro de modo a amparar, técnica e cientificamente, as instituições oficiais (BNB, SUDENE e outras), que lidam com os incentivos fiscais e governamentais oriundos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). O referido Fundo, institucionalizado legalmente em 27 de setembro de 1989, pela Lei Federal 7.827, elegeu o volume pluviométrico como fator responsável pela delimitação da área semi-árida. O critério básico e exclusivo para a referida delimitação, ficou restrito à isoieta média anual de 800mm que tem-se revelado insuficiente e de aplicação inadequada. O presente trabalho propõe, por conseqüência, ao invés de um único parâmetro (volume pluviométrico) para definir o semi-árido, critérios variados e de natureza geo-ecológica.

 

 

 

 

 Zoneamento Estadual

Redimensionamento da Região Semi-Árida do Nordeste do Brasil - Resumo - Os objetivos fundamentais do presente trabalho, são: (1) Apresentar critérios para a definição da semi-aridez regional e (2) com base nos critérios estabelecidos, indicar e delimitar o espaço do semi-árido brasileiro e os municípios nele incluídos. Visa-se, essencialmente, apresentar um redimen-sionamento da região semi-árida do nordeste brasileiro de modo a amparar, técnica e cientificamente, as instituições oficiais (BNB, SUDENE e outras), que lidam com os incentivos fiscais e governamentais oriundos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). O referido Fundo, institucionalizado legalmente em 27 de setembro de 1989, pela Lei Federal 7.827, elegeu o volume pluviométrico como fator responsável pela delimitação da área semi-árida. O critério básico e exclusivo para a referida delimitação, ficou restrito à isoieta média anual de 800mm que tem-se revelado insuficiente e de aplicação inadequada. O presente trabalho propõe, por conseqüência, ao invés de um único parâmetro (volume pluviométrico) para definir o semi-árido, critérios variados e de natureza geo-ecológica.

 

 

 

 

 Zoneamento Municipal

Zoneamento agro-ecológico do município de Itapipoca - Resumo - Através de informações de solos obtidas do mapa exploratório-reconhecimento de solos do Estado do Ceará e informações de geologia/geomorfologia e vegetação, obtidas através de interpretação visual de imagens TM LANDSAT-5, com o auxílio do Mapa Geológico do Estado do Ceará, executou-se o Zoneamento Agroecológico do município de Itapipoca-CE. O área está situada entre os paralelos 3o05' e 3o22' S e 39o45' e 39o48' de longitude, à oeste de Greenwich, com área aproximada de 154.416ha. A metodologia empregada teve como base a aplicação da teoria geossistêmica (BERTRAND, 1971) com adaptações, utilizando-se o Sistema de Informações Geográficas SGI/INPE/ENGESPAÇO, versão2.3, para armazenamento e manipulação dos dados. Do cruzamento do mapa de solos, geológico/geomorfológico e vegetação, agregando-se informações de clima, hidrografia e uso e ocupação da terra, obteve-se o mapa de zoneamento agroecológico, com os seguintes ecossistemas / geofácies: Planície Litorânea, com área de 3.664ha; Planície Fluvial, com área de 2.694ha; Glacis Pré-Litorâneo, com 54.985ha; Depressão Sertaneja, com 63.376ha e Maciço Residual, com área de 26.856ha. Foram realizados trabalhos de campo para checagem dos fatores considerados na identificação das unidades geoambientais obtidos na interpretação visual das imagens de satélite, ou seja, vegetação e geologia/geomorfologia, como, também, do mapa resultante obtido do cruzamento. Foi, igualmente, desenvolvido um estudo da ecodinâmica do ambiente, classificando-o e analisando sua sustentabilidade. Contemplaram-se, ainda, as potencialidades e limitações agrícolas da área em estudo. Foram analisadas, para cada unidade geoambiental configurada, as potencialidades e as limitações dos recursos naturais renováveis.

 

 

 

 

 

Índice de Aridez para o Ceará

 

 

 

 

Índice de Aridez para o Ceará

 

 

Na figura acima mostramos o mapa de classificação climática segundo o índice de aridez, calculado segundo a definição da UNEP (1992) (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) da ONU, para diversos postos pluviométricos do Estado do Ceará. Os valores são mostrados agrupados pelas classes sugeridas pela UNEP:

ÍNDICE DE ARIDEZ CLASSIFICAÇÃO
IA < 20 ÁRIDO
20 ≤ IA < 50 SEMI-ÁRIDO
50 ≤ IA < 65 SUB-ÚMIDO SECO
65 ≤ IA < 100 SUB-ÚMIDO ÚMIDO

 

Segundo a definição das Nações Unidas, o índice de aridez (IA) é definido como:

 

 

Onde Pr é a precipitação média anual, dada em milímetros, e ET0 é a evapotranspiração de referência média anual, calculada pelo método de Penman-Monteith/FAO descrito em Allen et al. (1998), também em milímetros.

 

Os valores médios de precipitação foram calculados, com base na pluviometria dos anos de 1974 a 2012, para 190 estações pluviométricas da FUNCEME que tem, no mínimo, 20 anos de dados.

 

A evapotranspiração de referência em cada posto foi estimada como sendo a média ponderada pelo inverso da distância aos três pontos mais próximos onde existem dados disponíveis de ET0. As estações onde há dados disponíveis de ET0 utilizadas foram: Barbalha, Campos Sales, Crateús, Fortaleza, Guaramiranga, Iguatu, Jaguaruana, Morada Nova, Quixadá, Quixeramobim, Sobral e Tauá

 

Na tabela abaixo você encontra a relação completa dos postos pluviométricos utilizados mostrando os valores de precipitação e de ET0 e os valores de índices de aridez e a consequente classificação.

 

OBSO mapa mostrado deve ser tomado de uma maneira regionalizada e observando os valores pontuais em cada estação pluviométrica, já que o mesmo foi gerado através de interpolação dos mesmos, mostrados na tabela abaixo.

 

 

Posto
Município
Pr
ETo
IA
Classificação
Abaiara
Abaiara
903,5
1754,6
51,5
Sub-úmido Seco
Acarape
Acarape
1013,9
1540,6
65,8
Sub-úmido Úmido
Acaraú
Acaraú
1133,3
1720,2
65,9
Sub-úmido Úmido
Acopiara
Acopiara
764,3
1839,5
41,5
Semi-Árido
Aiuaba
Aiuaba
571,1
1712,9
33,3
Semi-Árido
Alcântaras
Alcântaras
753,9
1888,0
39,9
Semi-Árido
Altaneira
Altaneira
833,4
1741,5
47,9
Semi-Árido
Alto Santo
Alto Santo
733,4
1931,1
38,0
Semi-Árido
Amontada
Amontada
697
1715,9
40,6
Semi-Árido
Antonina do Norte
Antonina do Norte
624,1
1726,3
36,2
Semi-Árido
Apuiarés
Apuiarés
791,9
1569,0
50,5
Sub-úmido Seco
Aquiraz
Aquiraz
1380
1605,9
85,9
Sub-úmido Úmido
Aracati
Aracati
933,8
1827,9
51,1
Sub-úmido Seco
Aracoiaba
Aracoiaba
922,6
1510,6
61,1
Sub-úmido Seco
Ararendá
Ararendá
629,6
1934,0
32,6
Semi-Árido
Araripe
Araripe
681,8
1707,4
39,9
Semi-Árido
Aratuba
Aratuba
1190,2
1517,5
78,4
Sub-úmido Úmido
Arneiroz
Arneiroz
623,2
1716,9
36,3
Semi-Árido
Assaré
Assaré
700,6
1734,1
40,4
Semi-Árido
Aurora
Aurora
934,6
1761,8
53,0
Sub-úmido Seco
Baixio
Baixio
844,5
1836,7
46,0
Semi-Árido
Banabuiú
Banabuiú
684,1
2004,1
34,1
Semi-Árido
Barbalha
Barbalha
1054,1
1756,5
60,0
Sub-úmido Seco
Barreira
Barreira
831,8
1563,2
53,2
Sub-úmido Seco
Barro
Barro
828,9
1757,6
47,2
Semi-Árido
Barroquinha
Barroquinha
1029,7
1820,5
56,6
Sub-úmido Seco
Baturité
Baturité
1038,3
1458,2
71,2
Sub-úmido Úmido
Beberibe
Beberibe
1187,2
1622,0
73,2
Sub-úmido Úmido
Bela Cruz
Bela Cruz
849,9
1741,6
48,8
Semi-Árido
Boa Viagem
Boa Viagem
673,5
2023,9
33,3
Semi-Árido
Brejo Santo
Brejo Santo
945,5
1753,6
53,9
Sub-úmido Seco
Camocim
Camocim
1132,8
1818,3
62,3
Sub-úmido Seco
Campos Sales
Campos Sales
576,1
1667,0
34,6
Semi-Árido
Canindé
Canindé
639,3
1622,7
39,4
Semi-Árido
Capistrano
Capistrano
853,7
1526,1
55,9
Sub-úmido Seco
Caridade
Caridade
629,3
1473,4
42,7
Semi-Árido
Cariré
Cariré
901,2
1874,8
48,1
Semi-Árido
Caririaçu
Caririaçu
1058,9
1757,1
60,3
Sub-úmido Seco
Cariús
Cariús
912,4
1778,9
51,3
Sub-úmido Seco
Carnaubal
Carnaubal
610,7
1924,0
31,7
Semi-Árido
Cascavel
Cascavel
1214,5
1602,6
75,8
Sub-úmido Úmido
Catarina
Catarina
673,9
1734,8
38,8
Semi-Árido
Catunda
Catunda
677
2000,7
33,8
Semi-Árido
Caucaia
Caucaia
1317,5
1626,4
81,0
Sub-úmido Úmido
Cedro
Cedro
902,7
1778,9
50,7
Sub-úmido Seco
Chaval
Chaval
966,8
1819,5
53,1
Sub-úmido Seco
Choró
Choró
727,2
1880,7
38,7
Semi-Árido
Chorozinho
Chorozinho
841,1
1582,5
53,1
Sub-úmido Seco
Coreaú
Coreaú
1039,7
1873,4
55,5
Sub-úmido Seco
Crateús
Crateús
704,9
1998,6
35,3
Semi-Árido
Crato
Crato
1129,1
1754,0
64,4
Sub-úmido Seco
Croatá
Croatá
537,4
1924,7
27,9
Semi-Árido
Cruz
Cruz
930,4
1730,2
53,8
Sub-úmido Seco
Dep. Irapuan Pinheiro
Dep. Irapuan Pinheiro
770,5
1926,7
40,0
Semi-Árido
Ererê
Ererê
794,5
1927,7
41,2
Semi-Árido
Eusébio
Eusébio
1415,9
1605,5
88,2
Sub-úmido Úmido
Farias Brito
Farias Brito
990,1
1752,7
56,5
Sub-úmido Seco
Forquilha
Forquilha
731,2
1898,4
38,5
Semi-Árido
Funceme
Fortaleza
1607,6
1651,8
97,3
Sub-úmido Úmido
Pici
Fortaleza
1420,4
1648,6
86,2
Sub-úmido Úmido
Fortim
Fortim
939,9
1822,8
51,6
Sub-úmido Seco
Frecheirinha
Frecheirinha
957,4
1860,0
51,5
Sub-úmido Seco
General Sampaio
General Sampaio
793,1
1556,7
50,9
Sub-úmido Seco
Graça
Graça
1050,6
1855,3
56,6
Sub-úmido Seco
Granja
Granja
1104,6
1831,4
60,3
Sub-úmido Seco
Granjeiro
Granjeiro
1008,2
1763,2
57,2
Sub-úmido Seco
Groaíras
Groaíras
754,1
1882,7
40,1
Semi-Árido
Guaiuba
Guaiuba
1013,7
1583,9
64,0
Sub-úmido Seco
Guaraciaba do Norte
Guaraciaba do Norte
1248
1851,7
67,4
Sub-úmido Úmido
Guaramiranga
Guaramiranga
1630,9
1384,2
117,8
Úmido
Hidrolândia
Hidrolândia
802
1992,2
40,3
Semi-Árido
Horizonte
Horizonte
1006,8
1569,4
64,2
Sub-úmido Seco
Ibaretama
Ibaretama
737,3
1822,5
40,5
Semi-Árido
Ibiapina
Ibiapina
1656,6
1853,8
89,4
Sub-úmido Úmido
Ibicuitinga
Ibicuitinga
691,6
1986,1
34,8
Semi-Árido
Icapuí
Icapuí
945
1827,9
51,7
Sub-úmido Seco
Icó
Iço
785,8
1846,4
42,6
Semi-Árido
Baú
Iguatu
881,7
1802,3
48,9
Semi-Árido
Iguatu
Iguatu
1012,1
1817,4
55,7
Sub-úmido Seco
Independência
Independência
592,7
1915,7
30,9
Semi-Árido
Ipaporanga
Ipaporanga
676
1946,7
34,7
Semi-Árido
Ipaumirim
Ipaumirim
914,1
1764,8
51,8
Sub-úmido Seco
Ipu
Ipu
995,1
1989,4
50,0
Sub-úmido Seco
Ipueiras
Ipueiras
930,7
1927,9
48,3
Semi-Árido
Iracema
Iracema
829,3
1927,9
43,0
Semi-Árido
Irauçuba
Irauçuba
454,2
1685,5
26,9
Semi-Árido
Itaiçaba
Itaiçaba
694,2
1830,7
37,9
Semi-Árido
Itaitinga
Itaitinga
1088,3
1592,6
68,3
Sub-úmido Úmido
Itapajé
Itapajé
885,5
1643,4
53,9
Sub-úmido Seco
Itapipoca
Itapipoca
1091
1654,2
66,0
Sub-úmido Úmido
Itapiúna
Itapiúna
755,1
1692,1
44,6
Semi-Árido
Itarema
Itarema
1178,2
1703,7
69,2
Sub-úmido Úmido
Itatira
Itatira
626,7
1765,3
35,5
Semi-Árido
Lagoa do Mato
Itatira
557,8
1798,5
31,0
Semi-Árido
Jaguaretama
Jaguaretama
844,4
1997,0
42,3
Semi-Árido
Jaguaribara
Jaguaribara
707,2
1992,3
35,5
Semi-Árido
Jaguaribe
Jaguaribe
730,7
1929,8
37,9
Semi-Árido
Jaguaruana
Jaguaruana
738
1844,1
40,0
Semi-Árido
Jardim
Jardim
720,5
1751,5
41,1
Semi-Árido
Jati
Jati
710,1
1751,5
40,5
Semi-Árido
Jijoca de Jericoacoara
Jijoca de Jericoacoara
753
1742,9
43,2
Semi-Árido
Juazeiro do Norte
Juazeiro do Norte
964,3
1755,2
54,9
Sub-úmido Seco
Jucás
Jucás
924
1778,6
52,0
Sub-úmido Seco
Lavras da Mangabeira
Lavras da Mangabeira
905,4
1769,0
51,2
Sub-úmido Seco
Limoeiro do Norte
Limoeiro do Norte
752,4
1920,2
39,2
Semi-Árido
Sítio Malhada
Limoeiro do Norte
763,4
1920,2
39,8
Semi-Árido
Madalena
Madalena
562,7
1855,6
30,3
Semi-Árido
Maracanaú
Maracanaú
1247,1
1610,9
77,4
Sub-úmido Úmido
Maranguape
Maranguape
1168,6
1605,3
72,8
Sub-úmido Úmido
Marco
Marco
863,8
1752,9
49,3
Semi-Árido
Martinópole
Martinópole
1013,7
1842,3
55,0
Sub-úmido Seco
Massapê
Massapê
938,3
1896,5
49,5
Semi-Árido
Mauriti
Mauriti
771,5
1754,9
44,0
Semi-Árido
Meruoca
Meruoca
1523,8
1896,8
80,3
Sub-úmido Úmido
Milagres
Milagres
909,3
1755,5
51,8
Sub-úmido Seco
Milhã
Milha
742,4
1964,5
37,8
Semi-Árido
Miraíma
Miraíma
696,9
1763,4
39,5
Semi-Árido
Jamacaru
Missão Velha
1030,7
1754,4
58,7
Sub-úmido Seco
Missão Velha
Missão Velha
997,7
1755,5
56,8
Sub-úmido Seco
Mombaça
Mombaça
767,9
1868,6
41,1
Semi-Árido
Monsenhor Tabosa
Monsenhor Tabosa
671,6
2018,6
33,3
Semi-Árido
Morada Nova
Morada Nova
718,1
1945,5
36,9
Semi-Árido
Moraújo
Moraújo
1083,4
1862,7
58,2
Sub-úmido Seco
Morrinhos
Morrinhos
856,8
1760,5
48,7
Semi-Árido
Mucambo
Mucambo
1033,1
1860,5
55,5
Sub-úmido Seco
Mulungu
Mulungu
1128,1
1334,3
84,5
Sub-úmido Úmido
Nova Olinda
Nova Olinda
896,5
1743,4
51,4
Sub-úmido Seco
Nova Russas
Nova Russas
806,1
1933,1
41,7
Semi-Árido
Novo Oriente
Novo Oriente
726,2
1908,1
38,1
Semi-Árido
Ocara
Ocara
701,1
1687,8
41,5
Semi-Árido
Orós
Orós
804,9
1851,8
43,5
Semi-Árido
Pacajus
Pacajus
968,9
1563,8
62,0
Sub-úmido Seco
Pacatuba
Pacatuba
1233,5
1596,3
77,3
Sub-úmido Úmido
Pacoti
Pacoti
1479,5
1418,4
104,3
Úmido
Pacujá
Pacujá
965,1
1860,2
51,9
Sub-úmido Seco
Palhano
Palhano
722,1
1877,3
38,5
Semi-Árido
Palmácia
Palmácia
1347
1493,5
90,2
Sub-úmido Úmido
Paracuru
Paracuru
1277,1
1602,9
79,7
Sub-úmido Úmido
Paraipaba
Paraipaba
1189,6
1609,5
73,9
Sub-úmido Úmido
Parambu
Parambu
687,6
1750,4
39,3
Semi-Árido
Paramoti
Paramoti
689,2
1520,9
45,3
Semi-Árido
Pedra Branca
Pedra Branca
802,4
1944,7
41,3
Semi-Árido
Penaforte
Penaforte
581,8
1749,8
33,2
Semi-Árido
Pentecoste
Pentecoste
780,2
1567,1
49,8
Semi-Árido
Pereiro
Pereiro
957,7
1925,3
49,7
Semi-Árido
Pindoretama
Pindoretama
1239,2
1593,7
77,8
Sub-úmido Úmido
Piquet Carneiro
Piquet Carneiro
728,6
1943,4
37,5
Semi-Árido
Pires Ferreira
Pires Ferreira
829,1
1849,4
44,8
Semi-Árido
Poranga
Poranga
613
1931,7
31,7
Semi-Árido
Porteiras
Porteiras
822,7
1752,9
46,9
Semi-Árido
Potengi
Potengi
703,3
1716,5
41,0
Semi-Árido
Potiretama
Potiretama
681
1928,1
35,3
Semi-Árido
Quiterianópolis
Quiterianópolis
661
1769,7
37,4
Semi-Árido
Quixadá
Quixadá
732,1
2005,5
36,5
Semi-Árido
Quixelô
Quixelô
771,3
1838,7
41,9
Semi-Árido
Quixeramobim
Quixeramobim
724,5
2038,6
35,5
Semi-Árido
Quixeré
Quixeré
678,7
1903,3
35,7
Semi-Árido
Redenção
Redenção
1133,9
1488,6
76,2
Sub-úmido Úmido
Reriutaba
Reriutaba
930,6
1851,6
50,3
Sub-úmido Seco
Russas
Russas
740,6
1888,6
39,2
Semi-Árido
Saboeiro
Saboeiro
614
1729,0
35,5
Semi-Árido
Salitre
Salitre
525
1682,4
31,2
Semi-Árido
Santa Quitéria
Santa Quitéria
753,9
1800,5
41,9
Semi-Árido
Santana do Acaraú
Santana do Acaraú
848,7
1823,0
46,6
Semi-Árido
Santana do Cariri
Santana do Cariri
907,6
1740,1
52,2
Sub-úmido Seco
São Benedito
São Benedito
1351,4
1852,3
73,0
Sub-úmido Úmido
São Gonçalo do Amarante
São Gonçalo do Amarante
1030,2
1597,4
64,5
Sub-úmido Seco
São João do Jaguaribe
São João do Jaguaribe
715,6
1934,7
37,0
Semi-Árido
São Luís do Curu
São Luís do Curu
838,1
1587,1
52,8
Sub-úmido Seco
Senador Pompeu
Senador Pompeu
760,7
1977,9
38,5
Semi-Árido
Senador Sá
Senador Sá
968
1951,1
49,6
Semi-Árido
Sobral
Sobral
889,7
1951,1
45,6
Semi-Árido
Solonópole
Solonópole
751,7
1961,8
38,3
Semi-Árido
Tabuleiro do Norte
Tabuleiro do Norte
744,9
1925,8
38,7
Semi-Árido
Tamboril
Tamboril
648,1
2003,3
32,4
Semi-Árido
Tarrafas
Tarrafas
643,6
1750,5
36,8
Semi-Árido
Tauá
Tauá
552,4
1732,0
31,9
Semi-Árido
Tejuçuoca
Tejuçuoca
580,6
1605,6
36,2
Semi-Árido
Tianguá
Tianguá
1259,2
1849,3
68,1
Sub-úmido Úmido
Trairi
Trairi
1150,7
1624,2
70,8
Sub-úmido Úmido
Tururu
Tururu
867,1
1623,2
53,4
Sub-úmido Seco
Ubajara
Ubajara
1496,3
1852,9
80,8
Sub-úmido Úmido
Sítio Canto
Umari
737,4
1823,3
40,4
Semi-Árido
Umari
Umari
739,6
1822,5
40,6
Semi-Árido
Umirim
Umirim
808,8
1598,3
50,6
Sub-úmido Seco
Uruburetama
Uruburetama
1083,4
1631,2
66,4
Sub-úmido Úmido
Uruoca
Uruoca
928,7
1854,2
50,1
Sub-úmido Seco
Varjota
Varjota
878,1
1846,5
47,6
Semi-Árido
Várzea Alegre
Várzea Alegre
1005,9
1766,7
56,9
Sub-úmido Seco
Viçosa do Ceará
Viçosa do Ceará
1492,8
1841,6
81,1
Sub-úmido Úmido
 
 
 
 

 

 

Mapas do Ceará

Erro
  • [sigplus] Critical error: Image gallery folder mapas_tematicos/mapa_branca is expected to be a path relative to the image base folder specified in the administration back-end.

  • [sigplus] Critical error: Image gallery folder mapas_tematicos/mapeamento_solos is expected to be a path relative to the image base folder specified in the administration back-end.

Coluna direita

Previsão para Fortaleza

 ◄◄  ◄  ►►  ► 
AGOSTO 2019
Seg Ter Qua Qui Sex Sab Dom
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
Voltar ao topo da página

Rodapé da página

Avenida Rui Barbosa, 1246, Aldeota - Fortaleza/CE - CEP.: 60.115-221

Fone: (85) 3101.1088 - Fax: (85) 3101.1093 - Email: funceme@funceme.br

Copyright © 2014 - Governo do Estado do Ceará. Todos os direitos reservados