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Monitoramento

O monitoramento das variáveis meteorológicas no Estado do Ceará é realizado pela Funceme desde a sua criação, em 1972.


As atividades de monitoramento são desenvolvidas seguindo três linhas de atuação: Coleta de Dados Brutos, Análise e Consistência dos Dados e Desenvolvimento e Integração de Sistemas.

 

Atualmente a rede de coleta de dados operada pela instituição inclui Pluviômetros Convencionais, Plataformas Automáticas de Coleta de Dados, Radar Meteorológico e Satélites Meteorológicos e sua operação e controle é realizada na Sala de Monitoramento Hidrometeorológico e Ambiental de forma contínua e em tempo real.

 

A partir dos dados brutos coletados são feitas a análise e consistência através da aplicação de técnicas especializadas detectando-se os dados inconsistentes, melhorando, dessa forma, a qualidade da informação para que esta possa ser disponibilizada para a sociedade.

 

O setor de Desenvolvimento e Integração de Sistemas tem por objetivo customizar e/ou desenvolver dispositivos eletrônicos específicos na área de atuação do monitoramento, modernizando a estrutura de coleta de dados, otimizando processos e buscando soluções para melhorar o gerenciamento de informações.

 

 

 

 

Pluviômetros convencionais: Para monitorar a precipitação, a Funceme conta com uma rede pluviométrica convencional composta por 550 pluviômetros, distribuídos no Estado segundo uma densidade espacial de 280km2/pluviômetro. Esta configuração permite que todos os municípios e seus principais distritos sejam monitorados.

 

Plataforma de Coleta de Dados (PCD): PCD´s são dispositivos eletrônicos que permitem a coleta e a transmissão automática de dados hidrometeorológicos e ambientais. A rede de PCD´s operada pela Funceme é formada por 76 estações, distribuídas em quatro tipos: meteorológicas, agrometeorológicas, hidrometeorológicas e agrohidrometeorológicas, dependendo do conjunto de sensores utilizados.

 

Essa rede realiza a coleta automática de dados de temperatura do ar, umidade relativa do ar, pressão atmosférica, velocidade e direção do vento, precipitação, radiação solar, temperatura do solo, umidade do solo e fluxo de calor no solo, entre outros, sendo que esses dados são transmitidos através dos satélites brasileiros da série SCD em conjunto com os satélites franceses ARGOS, além de modens telefônicos.

 

Radar Meteorológico: Os radares meteorológicos são sensores remotos utilizados principalmente para mapear a distribuição espacial da precipitação, descrever a natureza das partículas de nuvens e determinar o movimento de sistemas precipitantes. Seu uso como instrumento de apoio à meteorologia e hidrologia tem sido crescente, principalmente nas regiões onde a variabilidade espaço-temporal da distribuição de chuva é alta, tal qual observada no Estado do Ceará.


Com uma área de cobertura que atinge o raio máximo de 120 quilômetros, este radar permite o monitoramento da precipitação sobre toda a região metropolitana da capital cearense e de vários municípios da região litorânea, além de parte do Oceano Atlântico.


Em sua configuração técnica presente, o equipamento permite um monitoramento contínuo dentro de sua área de abrangência, possibilitando a visualização dos fenômenos meteorológicos que servem para o acompanhamento visual de sistemas precipitantes, que embora seja extremamente útil para a emissão de alertas de eventos extremos, ainda não é a forma ideal de acesso ao dado.

 

Satélites Meteorológicos: O monitoramento por satélites meteorológicos é realizado pela Funceme desde o final da década de 80, e utiliza dois tipos de satélites: os satélites de órbita polar da série NOAA, e os de órbita geoestacionária, da série METEOSAT. Um satélite de órbita geoestacionária ou geossíncrona é aquele que órbita no plano equatorial da Terra a uma altitude aproximada de 36.000 km com velocidade angular igual ao do planeta, o que permite o monitoramento quase contínuo do disco planetário voltado para o satélite. Pela sua localização, em 0? de longitude, sobre a linha do equador, as imagens do satélite METEOSAT permitem visualizar o Nordeste do Brasil e o oceano Atlântico adjacente, o que possibilita o monitoramento dos sistemas atuantes na região, tais como os Vórtices Ciclônicos de Ar Superior (VCAS) ou Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN), que causam chuvas durante a pré-estação chuvosa (novembro a janeiro), a influência das frentes frias, distúrbios ondulatórios provenientes do leste, Complexos Convectivos de Mesoescala (CCM), Linhas de Instabilidade e Zona de Convergência Intertropical.

 

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